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Sombra

12/01/2012 15:21

 

 SOMBRA

 

Sombra morna na janela de vidro

Reflexo, só um reflexo passageiro

Fantasmas eternos em um único giro

E lá se foi a paz e o equilíbrio

 

Forca do invisível numa neurose apática bestial

Quero esquecer a luz deste ideal, padecer...

Nas lembranças de uma memória fatídica

Sem amnésia, sem esclerose... Sem nada

 

Meu Deus! Por que não a deixou distante

Os olhos que enxergam não poderão esquecer

Não haverá gentileza que amenize o sofrer

 

Diante da sombra escura e inimaginável

Com forma perfeita construída pelo eu masoquista

Grito, choro, mas não morro, continuo a viver!

 

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